<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816</id><updated>2011-07-31T02:44:47.847-03:00</updated><category term='Comportamento'/><category term='Educação'/><category term='Liderança'/><title type='text'>Daniel Fernando Antonucci</title><subtitle type='html'>Pensamentos e reflexões sobre comportamento, liderança e educação</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-4771101865625598718</id><published>2009-11-01T18:21:00.003-02:00</published><updated>2009-11-01T18:30:55.991-02:00</updated><title type='text'>O deslocamento da identidade cultural</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Su3ur3Wy-fI/AAAAAAAAAEE/9TZzKZKD0KE/s1600-h/DSC06975.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Su3ur3Wy-fI/AAAAAAAAAEE/9TZzKZKD0KE/s200/DSC06975.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399233965648443890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Durante o meu mestrado, quando eu estava cursando uma disciplina sobre formação de formadores, tive que ler um livro chamado “A identidade cultural na pós-modernidade”. É um livro fascinante que fala sobre a mudança de perspectiva das pessoas sobre sua identidade cultural. Basicamente o livro mostra a evolução da busca do ser humano pela sua identidade cultural, lembrando que há muitos anos atrás, nos definíamos pela nossa vila, ou pela nossa cidade e mais tarde pelo nosso pais. Porém, com a globalização, principalmente nos meios de comunicação e na internet, nossa identidade cultural deixou de ser através de nosso local de nascimento e passou a se construir através das coisas que nos identificamos. Não importa se é um lugar, um estilo de vida, seguidores de um time, uma pessoa ou religião. A verdade é que nossa identidade agora é multicultural e globalizada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas porque estou falando este assunto? Um mês atrás, quando ainda estava no Brasil, precisei tirar uma segunda via da minha certidão de nascimento, o que só pode ser feito no cartório que você foi registrado. Aproveitando um tempo livre, fui até o cartório do Brás (onde fui registrado) e fiquei um pouco incomodado: Devia ter umas 30 pessoas lá dentro, sendo uns 15 descendentes de bolivianos, uns 10 descendentes de coreanos e apenas uns 5 brasileiros, contando comigo. É claro que quanto mais pessoas, mais iria demorar para eu ser atendido e, diante deste cenário minha primeira reação foi a seguinte: “O que este bando de coreanos e bolivianos estão fazendo no meu país?”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um mês depois, embarquei para Londres, onde estou vivendo agora, e percebi o quanto esta cidade é, assim como São Paulo, multicultural. Porém, se em São Paulo encontramos pessoas de 20 países, aqui encontramos facilmente de 40 ou 50 países diferentes. Desde coreanos e mongóis, lá da Ásia, até brasileiros e colombianos, lá da America do Sul. O que eu pude perceber? Que apesar de Londres ser uma cidade de portas abertas para povos de todas as origens, os britânico (ou londrinos talvez) em geral não gostam muito de não europeus. As vezes chegam a ser mal educados com quem é de fora ou quem não fala muito bem a língua. Diante de uma situação destas eu pensei: Nossa, que povo mal-educado. Estamos aqui gastando nosso dinheiro no país deles e eles ainda nos tratam mal?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conclusão, quando eu estava no “meu” país, não gostei de ter outros povos por lá, e agora que eu estou em outro país, não gostei de alguém daqui não ter gostado de eu estar aqui. Um pouco confuso, mas foi exatamente isso que aconteceu. Por fim, o que posso compartilhar como aprendizado disso tudo e voltando a me referir à parte inicial do post, temos que mudar nossa visão de identidade cultural e principalmente de tolerância. Não podemos colocar barreiras para pessoas de outros povos ou culturas, tão pouco julgá-los por onde estão. Temos que nos acostumar que, com a globalização, as pessoas buscarão estar onde se identificam, onde estejam bem, onde se sintam felizes, não importa se no meio da Ásia ou no extremo sul da America do Sul. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Afinal, o planeta é de todos nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-4771101865625598718?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/4771101865625598718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=4771101865625598718&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/4771101865625598718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/4771101865625598718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/11/o-deslocamento-da-identidade-cultural.html' title='O deslocamento da identidade cultural'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Su3ur3Wy-fI/AAAAAAAAAEE/9TZzKZKD0KE/s72-c/DSC06975.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-6625289247944017894</id><published>2009-10-25T18:32:00.003-02:00</published><updated>2009-10-25T18:37:11.029-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Como é bom poder confiar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SuS2cyD0D7I/AAAAAAAAAD8/alMzp3o_J-I/s1600-h/DSC07016p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SuS2cyD0D7I/AAAAAAAAAD8/alMzp3o_J-I/s200/DSC07016p.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396638859087056818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Finalmente aconteceu. Depois de quase três anos planejando uma viagem, no dia 23/10/2009 embarquei para Londres onde ficarei por cerca de quatro meses. Durante estes três anos que antecederam esta viagem, quando eu comentava com as pessoas sobre o período que ficaria fora, dentre várias perguntas duas delas sempre acabavam por surgir:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;O que você vai fazer lá?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E a Cadsoft? Como vai ser?&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A resposta da primeira pergunta era sempre a mesma: “Um breve sabático com imersão na língua inglesa.”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas eu sempre fugi da segunda resposta. Era evasivo, nunca dava detalhes e “enrolava”, até conseguir trocar de assunto. Mas porque? Porque eu queria falar sobre isso somente agora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta pergunta sempre vinha acompanhada de dois vieses. Um deles era a dúvida se eu voltaria para a Cadsoft. Bom, a resposta é simples: Claro! Amo o que faço, compartilho de uma ideologia única e mais importante do que tudo, sou apaixonado pelas pessoas que formam esta comunidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O outro viés era o seguinte: “E como a Cadsoft vai ficar neste período, já que você tem uma posição de liderança?” Resposta mais simples ainda: Confiança!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A Cadsoft é formada por pessoas que compartilham valores, que se comprometeram com uma causa e que sabem claramente qual a nossa estratégia. Conta também com um time de líderes que, além de estar em constante evolução, é muito competente. E claro, tem o seu maestro, já que todo orquestra precisa de um. Fácil de entender porque confiança?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Vou ter saudade, mas aquela saudade boa, de quem quer muito voltar. Voltar porque a cada dia “descubro e conquisto” novos amigos na Cadsoft. A cada dia eles me “entregam” interesse e me “surpreendem” com o cuidado. Aliás, “cuidado que me fideliza” e me obriga a cada dia melhorar, me “criar”, me recriar e sempre me “modernizar” porque a “evolução” é necessária, sempre em busca da “consolidação”, seja do caráter ou das relações. Cada pessoa que faz parte desta comunidade é o seu “sustento” e é impossível “imaginar” uma Cadsoft sem se “desenvolver e sem cuidar” de cada um de nós.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Até breve Cadsoft!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-6625289247944017894?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/6625289247944017894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=6625289247944017894&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6625289247944017894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6625289247944017894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/10/como-e-bom-poder-confiar.html' title='Como é bom poder confiar'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SuS2cyD0D7I/AAAAAAAAAD8/alMzp3o_J-I/s72-c/DSC07016p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-876646088929388659</id><published>2009-09-26T14:02:00.001-03:00</published><updated>2009-09-26T14:04:52.097-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Marmelada não era para ser doce?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr5Jq5yNvZI/AAAAAAAAAD0/RSPBylOpalM/s1600-h/formula1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 156px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr5Jq5yNvZI/AAAAAAAAAD0/RSPBylOpalM/s200/formula1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385823205796461970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pouca vezes na minha vida senti vergonha de ser brasileiro.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Em todas que senti foi muito ruim porque desde que sou muito pequeno me lembro de meus pais me ensinarem a seguinte ordem de importância das coisas: Deus, Pátria e Família. Seguindo esta lógica eu preciso acreditar em um Deus (seja ele qual for, mesmo que uma força maior), amar e cuidar da minha pátria para então poder constituir e cuidar de minha família.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Voltando ao tema central deste post, senti vergonha de ser brasileiro ao saber da “marmelada” na Fórmula 1. Sou apaixonado por esporte e amante passional de Fórmula 1. Assim como em qualquer tema de nossa vida acredito que no esporte precisamos de integridade e ética. Muitos falaram sobre a pressão que o Nelson estava sofrendo, que no lugar dele poderiam agir assim e que não deveríamos julgá-lo. Mas isso me parece proteção da imprensa só porque ele é brasileiro. Por muito menos “destruíram” o Schumacher (quando ele passou o Rubinho no último segundo da prova, por ordem da Ferrari). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Isso me faz pensar no problema central do Brasil: passividade. No Brasil temos o péssimo hábito de encontrar desculpas verdadeiras para falta de ética, de justiça e de caráter. E parece que neste episódio estamos fazendo isso de novo. Amanhã o fantástico vai veicular uma entrevista do Reginaldo Leme com o Nelson Piquet “pai”. Gostaria muito de acreditar que ele vai dizer, com todas as letras, que o filho errou e que merece pagar pelo erro. Porém tenho a impressão de que ele vai dizer que o filho errou, mas que era muita pressão para um “garoto” de 24 anos e que não sabia bem o que fazia. Bom, então ele não deveria estar dirigindo um carro que pode chegar a 300 km/h e colocar em risco a vida de mais 19 pilotos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para o Nelson “filho” desejo compaixão, porque infelizmente não acredito que ele vai aprender o que precisa, já que não vai pagar pelo seu erro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para o Nelson “pai” deixo uma pergunta: Porque este assunto só veio a tona depois que seu filho foi demitido da equipe? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para os brasileiros que amam nossa pátria desejo consciência. E fé!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-876646088929388659?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/876646088929388659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=876646088929388659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/876646088929388659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/876646088929388659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/09/marmelada-nao-era-para-ser-doce.html' title='Marmelada não era para ser doce?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr5Jq5yNvZI/AAAAAAAAAD0/RSPBylOpalM/s72-c/formula1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-8530016028320242538</id><published>2009-09-22T23:40:00.006-03:00</published><updated>2009-09-22T23:56:12.098-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Sobre Competência e Atitude</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SrmNzzBZ8oI/AAAAAAAAADM/fzTbgGVX0aM/s1600-h/competencia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 90px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SrmNzzBZ8oI/AAAAAAAAADM/fzTbgGVX0aM/s200/competencia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384490750507086466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na Cadsoft trabalhamos muito o desenvolvimento das competências das pessoas. Isso faz parte da nossa cultura. Este desenvolvimento se dá através de varias formas, mas o balizador para avaliação da evolução de cada pessoa é uma metodologia chamada CHA. Esta metodologia define que a competência é formada por três conceitos: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Conhecimento significa “Saber” (conhecimentos adquiridos no decorrer da vida, nas escolas, universidades, cursos etc). Habilidade significa “Saber fazer” (todo o conhecimento que praticamos aperfeiçoado à habilidade). Atitude significa “Querer fazer” (comportamentos que temos diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolvemos no nosso dia-a-dia). Desta forma, uma pessoa com muito conhecimento mas sem a atitude necessária para colocar este conhecimento em prática, ou sem a habilidade necessária para utilizar este conhecimento, não tem a competência completa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um tempo atrás estava conversando com o Prof. Calixto (meu pai) sobre esta metodologia. Falávamos sobre o que era mais importante entre as três letras (C.H.A.). Estávamos com uma divergência sobre o assunto e acabamos não terminando nossa conversa e com isso não chegamos a uma conclusão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Semana passada recebi da Marina (amiga e colaboradora da Cadsoft ) um artigo muito interessante com o seguinte título:&lt;a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2009/09/the-hierarchy-of-success.html"&gt; “The hierarchy of success – A hierarquia do Sucesso”&lt;/a&gt;.  Neste artigo o autor inicia a explicação do ultimo nível da hierarquia (execução) até o primeiro nível (atitude). A idéia é muito interessante e, após muita reflexão, experiências vividas e leituras de textos, livros e blogs, cheguei a conclusão que a atitude é, em minha opinião, a letra mais importante. A atitude possibilita o ser humano a ir atrás dos conhecimentos e das habilidades que lhe faltam para atingir um objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ponto para o Prof. Calixto (mais um, claro) que desde o início da nossa conversa defendeu que a atitude era a mais importante das letras!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para finalizar compartilho uma citação de Martin Luther King que entendo ser sobre a evolução de competência: “..não somos o que deveríamos ser, não somos o que iremos ser, mas graças a Deus não somos o que éramos.."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boa semana e “Boas Atitudes”!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-8530016028320242538?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/8530016028320242538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=8530016028320242538&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/8530016028320242538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/8530016028320242538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/09/sobre-competencia-e-atitude.html' title='Sobre Competência e Atitude'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SrmNzzBZ8oI/AAAAAAAAADM/fzTbgGVX0aM/s72-c/competencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-5810355966982072563</id><published>2009-09-07T22:14:00.002-03:00</published><updated>2009-09-07T22:18:35.093-03:00</updated><title type='text'>Inteligência e Maturidade</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Há algumas semanas eu estava conversando com o Alexandre da Cadsoft, amigo e líder do processo de trabalho que chamamos de “Descobrir e Conquistar”. Estávamos discutindo sobre inteligência e maturidade. Como é bom trabalhar com pessoas inteligentes, mesmo que ainda imaturas. Imaturidade neste contexto estava esta relacionada principalmente com a falta de experiência. Falávamos que é melhor ter pessoas muito inteligentes e imaturas do que pessoas maduras mas que não fazem o uso adequado de suas inteligências para solucionar todos os “problemas” que precisamos administrar diariamente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esse papo me fez lembrar uma lição que tive, há uns 5 anos atrás, quando estava em uma reunião com o gerente de planejamento de um cliente que atendo em São Paulo. Nós estávamos conversando sobre a dificuldade que estávamos tendo em um projeto e um dos motivos que eu apontei foi a velocidade (muito acelerada) que uma das pessoas que estava a frente do projeto impunha para toda a equipe. E ele me disse, com toda a tranqüilidade que lhe era peculiar: “Daniel, eu prefiro trabalhar com pessoas que eu precise segurar do que com pessoas que eu precise empurrar”. Engoli seco, refleti, dei razão a ele e fomos para o próximo tópico da reunião.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Voltando ao papo com o Alexandre, concluímos que realmente a lição acima é valiosa. Como é bom trabalhar com pessoas inteligentes e que temos que segurar (ajudar a controlar o ímpeto que ainda não é administrado pela falta de experiência) do que pessoas que temos que ficar o tempo todo empurrando.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A nossa conclusão final foi sobre a importância de escolher adequadamente as pessoas e suas inteligências necessárias para desempenhar cada atividade da nossa empresa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-5810355966982072563?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/5810355966982072563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=5810355966982072563&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5810355966982072563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5810355966982072563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/09/inteligencia-e-maturidade.html' title='Inteligência e Maturidade'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-5275503496914817124</id><published>2009-09-01T18:22:00.001-03:00</published><updated>2009-09-01T18:23:28.006-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Indicadores são para aprendizado e não para controle</title><content type='html'>&lt;div&gt;Tem uma máxima que diz: “Nós fazemos aquilo que medimos”. Infelizmente nos últimos meses tenho constatado que esta frase tem muito sentido. Fazendo uma reflexão nos motivos desta triste realidade, cheguei às seguintes possibilidades:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É da natureza humana&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É falta de disciplina&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É falta de compromisso ou significado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É sobrecarga &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aceitar a primeira hipótese é muito cômodo. Não tenho certeza da quarta hipótese pois se estivermos medindo tudo que fazemos, tenho convicção que faremos. Resta a questão da disciplina e do compromisso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Disciplina é o controle que vem de dentro (é o autocontrole) e ao utilizar indicadores externos para substituir este controle que deveria vir “de dentro”, estamos delegando nosso destino ao “outro”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Compromisso é difícil de ser medido, mas é fácil de ser percebido. Se é necessário um indicador para saber se algo esta sendo feito é porque as pessoas não deram a devida importância para aquela atividade. Pode ser falta de significado? Até pode, mas não consigo entender uma pessoa comprometida com algo que não busque saber o significado do que ela faz. Logo, se tenho compromisso, procuro saber o significado do que eu faço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Indicadores são para aprendizado, para correção de rotas, para melhoria continua de processos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, infelizmente, por algum dos motivos acima (ou outros que não consegui pensar) acabam sendo usados como controle.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma pena!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-5275503496914817124?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/5275503496914817124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=5275503496914817124&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5275503496914817124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5275503496914817124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/09/indicadores-sao-para-aprendizado-e-nao.html' title='Indicadores são para aprendizado e não para controle'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-1428652480893173300</id><published>2009-07-27T21:54:00.004-03:00</published><updated>2009-07-27T22:01:00.275-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Admirar a vida que soubemos fazer – 20 anos de Cadsoft!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sm5NtUag0UI/AAAAAAAAAC4/i8AEcTaTT20/s1600-h/Logo_20_Anos_Cadsoft.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 205px; height: 78px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sm5NtUag0UI/AAAAAAAAAC4/i8AEcTaTT20/s320/Logo_20_Anos_Cadsoft.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363309647214203202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No dia 30 de junho de 2009 a Cadsoft, empresa que trabalho ha quase 10 anos, comemorou 20 anos de estrada. Num país que tem média muito baixa de “sobrevivência” das empresas, chegar a 20 anos de idade é muito especial. E para comemorar o nosso aniversário tivemos algumas comemorações que vão ficar pra sempre em nossa memória. No dia 29/06 paramos o bate papo semanal do Glauson com toda a equipe (conhecido como “acolhida”) e fizemos um agradecimento especial aos fundadores da empresa: o próprio Glauson e o Rodrigo. Entregamos a eles muitos abraços, um vídeo comemorativo (feito pela equipe da Cadsoft), uma festa no estilo “buteco mineiro” e muita, muita fé no futuro que ainda esta por vir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por uma escolha muito feliz da Marina, que ficou responsável por editar o vídeo, a música de fundo foi “Dessa vez” do Nando Reis, que inicia assim: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;“É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer. É bom olhar pra frente. É bom &lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;nunca é igual, olhar beijar e ouvir cantar um novo dia nascendo.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E porque a escolha da musica foi tão feliz? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há poucos dias li um texto do Paulo Coelho chamado “Encerrando Ciclos”. Neste texto ele reflete sobre as etapas da nossa vida. Reflete sobre a importância de saber quando uma etapa chega ao final e é necessário abrir uma nova etapa, deixando para trás os momentos da vida que já se passaram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensando sobre o texto acima percebi que, tão importante quanto saber encerrar um ciclo, é saber “admirar a vida que soubemos fazer”. E encerrado este ciclo, é bom saber “olhar pra frente”, sabendo que o futuro nunca é igual e sabendo também que é no futuro que habitam os nossos desafios, nossos planos, nossos projetos e as realizações que ainda estão por vir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Penso que, passados estes 20 anos, a Cadsoft encerra mais um ciclo e abre as portas para um novo futuro. Claro que não vamos nos deitar no sucesso do passado e esperar que o futuro se repita, mas temos que saber admirar o que construímos e aproveitar os erros que cometemos nestes 20 anos para que, com muita FÉ, possamos comemorar 200 anos... Em breve!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;PARABÉNS EQUIPE CADSOFT!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-1428652480893173300?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/1428652480893173300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=1428652480893173300&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1428652480893173300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1428652480893173300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/07/admirar-vida-que-soubemos-fazer-20-anos.html' title='Admirar a vida que soubemos fazer – 20 anos de Cadsoft!'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sm5NtUag0UI/AAAAAAAAAC4/i8AEcTaTT20/s72-c/Logo_20_Anos_Cadsoft.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3280583035885762331</id><published>2009-07-05T20:13:00.005-03:00</published><updated>2009-07-05T20:18:50.727-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>“Seje” bem-vindo ao Museu da Língua Portuguesa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SlE0B6qOOlI/AAAAAAAAABg/eE8418erc-o/s1600-h/Museu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 147px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SlE0B6qOOlI/AAAAAAAAABg/eE8418erc-o/s320/Museu.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355118639451093586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É, você pode não acreditar, mas foi assim que fui recebido, neste domingo, pelo recepcionista do Museu da Língua Portuguesa, que fica na estação da Luz, em São Paulo, ao lado da Pinacoteca do estado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Museu da Língua Portuguesa, conforme descrito em seu site, adota a museografia a partir de um dado muito simples: seu acervo, nosso idioma, é um “patrimônio imaterial”, logo não pode ser guardado em uma redoma de vidro. Hoje o Brasil já dispõe de legislação específica que permite o tombamento de tal patrimônio, reconhecidamente importante para a manutenção e valorização da nossa identidade cultural.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;No primeiro andar, que abriga exposições itinerantes, está em cartaz uma homenagem ao ano da França no Brasil, mostrando toda a influência da língua francesa em nossa língua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo andar, voltado para a “genealogia” da Língua Portuguesa, explica sua origem desde a sua língua mãe, chamada indo-europeia, passando pelo latim, latim vulgar e o português colonial. Finalmente somos inundados de informação sobre a influência do Tupi, Tupinambá (ambas línguas faladas pelos indígenas que viviam em nosso território), do bando (língua mãe de muitas línguas africanas, trazida pelos escravos daquele continente) e de tantas outras línguas vindas junto com os imigrantes que procuravam, no Brasil, a esperança de uma vida melhor. Todas estas influências formaram o que hoje conhecemos como a Língua Portuguesa Brasileira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No terceiro andar entramos em contato com uma diversidade de formas, cores, sons e, claro, palavras, muitas palavras, que buscam expressar a grandeza da nossa língua através de músicas, poemas e trechos de obras escritas em nossa língua. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que a visita é de grande valia, mas, assim como em qualquer projeto, atividade ou tarefa que fazemos em nossa vida, a atenção aos detalhes é determinante para o sucesso ou insucesso da nossa empreitada: “Seje bem-vindo” foi inaceitável! Apesar de toda beleza e magnitude do museu, nunca vou me esquecer deste “pequeno detalhe”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3280583035885762331?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3280583035885762331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3280583035885762331&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3280583035885762331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3280583035885762331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/07/seje-bem-vindo-ao-museu-da-lingua.html' title='“Seje” bem-vindo ao Museu da Língua Portuguesa'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SlE0B6qOOlI/AAAAAAAAABg/eE8418erc-o/s72-c/Museu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-147747501134944103</id><published>2009-06-01T12:37:00.002-03:00</published><updated>2009-06-01T12:42:42.550-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Pequeno Príncipe e Victor Frankl</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SiP2xGkRJ2I/AAAAAAAAABY/iWDg5aJmGvk/s1600-h/pequenoprincipe.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 176px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SiP2xGkRJ2I/AAAAAAAAABY/iWDg5aJmGvk/s200/pequenoprincipe.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342384906428295010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Semanalmente o Glauson, líder da Cadsoft, faz um trabalho que ele chama de Acolhida. É um bate papo com os colaboradores onde ele discorre sobre diversos temas e trabalha a ampliação da competência da equipe através de dinâmicas, reflexões e pensamentos. Semana passada, em uma destas acolhidas, ele passou um trecho do filme O Pequeno Príncipe, baseado na obra de Antoine de Saint-Exupéry. O trecho passado mostra a conversa entre o pequeno &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QJCIdULqaDQ"&gt;príncipe e a raposa&lt;/a&gt;, onde no início a raposa tem medo do príncipe, pois, assim como todos os seres humanos, ele deve ter uma arma e esta ali para caçá-la. E o príncipe tenta mostrar a raposa que ele é diferente, que vive em um mundo diferente, sem armas, sem violência. E a raposa se convence que aquele menino é diferente a ponto de pedir que ele a cative.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesta mesma semana eu estava lendo um livro sobre liderança e os autores citaram, como exemplo de líder, o médico psiquiatra austríaco Victor Frankl. Frankl esteve preso em Auschwitz, um dos campos de concentração símbolos do holocausto e onde morreram mais de hum milhão de judeus. Porém ele desenvolveu uma capacidade de projetar seus sonhos de futuro, no presente. Ele criava mentalmente o ambiente desejado, desprezando a situação atual, de forma que em sua visão a guerra já havia terminado, as pessoas não estavam mais correndo perigo de vida e os campos de concentração não existiam mais. Ele criou, para a sua salvação e de outras pessoas ao seu redor, um mundo diferente daquele que ele vivia, e isso o manteve vivo para ser liberto após o final da guerra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estas duas passagens me fizeram concluir que temos a capacidade de projetar e de viver em um mundo diferente. Isso não significa alienação e sim uma escolha. Eu posso escolher viver e construir algo diferente do que temos hoje e, por ser uma escolha pessoal, eu posso construir aquilo que acredito ser o melhor para todos nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faça também a sua escolha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-147747501134944103?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/147747501134944103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=147747501134944103&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/147747501134944103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/147747501134944103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/06/o-pequeno-principe-e-victor-frankl.html' title='O Pequeno Príncipe e Victor Frankl'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SiP2xGkRJ2I/AAAAAAAAABY/iWDg5aJmGvk/s72-c/pequenoprincipe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7765876736359416458</id><published>2009-05-23T18:25:00.001-03:00</published><updated>2009-05-23T18:26:48.997-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Liderança :: Cargo ou Postura?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Em nossa vida lidamos diariamente com o aspecto da liderança. Certas vezes desempenhamos o papel de líder e outras vezes de liderados, depende do ambiente e do momento em que estamos. Podemos ser liderados em nossa empresa, mas lideres em nossa família. Ou líder em nossa comunidade, mas liderado no time de futebol, ou até mesmo no grupo de trabalho da escola, da faculdade ou da pós. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, afinal, a liderança é um cargo ou uma é postura?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em minha experiência pessoal posso afirmar que liderança é postura, advinda do comportamento das pessoas. De nada adianta eu ter um cargo senão tiver a postura de um líder. Uma pessoa somente será um líder se for respeitada como tal. Mas já nascemos com esta habilidade de sermos respeitados como líderes? Acredito que algumas pessoas nascem com esta habilidade mais aflorada, outras nem tanto. Mas qualquer pessoa pode desenvolvê-la e se tornar um líder muito reconhecido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gostaria de relatar duas experiências que ajudaram a moldaram o pensamento que aqui expresso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando fiz meu primeiro estágio, ha muitos anos atrás, trabalhava dentro do “CPD” de uma grande empresa. Num certo dia houve uma queda de energia. Como nem sempre estamos preparados para estas situações, o no-break não segurou a carga dos equipamentos ligados a ele e o “computador central”, que era um grande mainframe, desligou. Não preciso nem dizer a pressão que foi em cima do diretor de TI que, 3 minutos depois da queda de energia entrou em nossa sala desesperado sem saber exatamente o que fazer.  Ao vê-lo desta forma, um dos programadores se levantou, pegou o celular, ligou para alguém da elétrica, separou o multímetro e a chave de fenda e quando o eletricista chegou, o acompanhou até o banco de baterias do no-break para avaliar o que estava acontecendo. Mais 10 minutos e o mainframe estava ligando. Quem foi o líder nesta situação? O que tinha o cargo ou o que teve a postura?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certa vez, no inicio da minha carreira, fui convidado pelo meu líder a assumir a posição de liderança intermediaria de uma equipe, da qual eu fazia parte naquele momento. Além de expressar minha alegria por aquele convite, falei para ele: “E como você vai fazer para avisar a todos? Vai enviar um email para eles?” E ele me respondeu: “Não, você terá que conquistar o respeito de todos eles, para daí sim se tornar um verdadeiro líder. Liderança é conquistada, não imposta.” &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nunca vou esquecer essa lição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7765876736359416458?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7765876736359416458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7765876736359416458&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7765876736359416458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7765876736359416458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/05/lideranca-cargo-ou-postura.html' title='Liderança :: Cargo ou Postura?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-2294933582302923723</id><published>2009-05-11T19:39:00.003-03:00</published><updated>2009-05-11T19:51:07.048-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Só funcionamos no chicote?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sgiq_8hH4rI/AAAAAAAAABI/x33XH3-CsV8/s1600-h/IMG00052a.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 160px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sgiq_8hH4rI/AAAAAAAAABI/x33XH3-CsV8/s200/IMG00052a.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334701774173889202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Semana passada eu estava em BH, a bela capital mineira, no hotel que costumo me hospedar. Era por volta de 19h e resolvi ir até a farmácia a pé, para apreciar a noite. A certa altura da minha caminhada me vi no cruzamento entre a Av. Amazonas (para quem não conhece, umas das principais avenidas de BH, que liga o centro da cidade até a saída para a Fernão Dias, rodovia que liga a cidade à capital paulista) e a R. Aimorés. Era um horário de transito pesado, como de costume nas grandes capitais, e o movimento era &lt;/div&gt;&lt;div&gt;intenso. Porém, o que me chamou a atenção foi o fato das pessoas não respeitarem o cruzamento. Ao fechar o semáforo de quem estava na R. Aimorés, vários carros ficaram parados em cima da faixa de pedestres e tantos outros ficaram no meio da Av. Amazonas, travando o transito de quem, por direito (já que o semáforo havia ficado verde) deveria transitar por esta avenida sem grandes dificuldades. Claro, sem falar na orquestra ensurdecedora (e desafinada) promovida pelas mãos aflitas de diversos motoristas ao apertarem as buzinas de seus carros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou acostumado a ver este tipo de situação, principalmente em São Paulo, mas naquele dia aquilo me incomodou muito: peguei o celular e registrei a cena através de uma foto. Continuei a minha caminhada até a farmácia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando estava retornando, 15 minutos depois, decidi seguir o mesmo caminho para verificar como estava o “caos” naquele mesmo cruzamento. Quase não acreditei quando constatei que não havia mais o “caos”. Os pedestres haviam readquirido seu direito de atravessar na faixa, as buzinas haviam cessado e não existia mais nenhum carro travando o cruzamento. Parei para avaliar a cena e então ouvi, um pouco abafado pelo som dos motores dos carros, um apito, como o de um juiz de futebol. Sim, era ele: o temido guarda de transito (temido pelas multas que aplica, claro). Em São Paulo chamamos ele de “marronzinho” por causa do uniforme da SPTrans. Em BH não sei como são denominados, mas tive certeza que são, da mesma forma, respeitados e temidos. Novamente peguei o celular e registrei a cena, porém, desta vez, mais incomodado ainda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continuei minha caminhada de volta ao hotel tentando aplicar aquele exemplo ao dia a dia de nossas empresas. Será que, da mesma forma que no trânsito somente funcionamos adequadamente com a presença de um guarda, em nossas empresas somente funcionamos com a presença dos “supervisores” (ou seriam os capatazes)? Logo me lembrei de quantas empresas mantém pessoas em seu quadro que tem como objetivo garantir que outras pessoas estejam trabalhando (alguma semelhança com o algoz de Chaplin em “Tempos Modernos” é somente coincidência...).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É assim mesmo que tem que ser? Precisamos de alguém supervisionando o que estamos fazendo para fazermos certo? Será que, como líderes, ao encorajar esta figura (do guarda, supervisor ou capataz) estamos agindo da maneira correta?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SgirJMdZGmI/AAAAAAAAABQ/DtrKG-cmqcY/s200/IMG00053a.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 160px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334701933072030306" /&gt;&lt;div&gt;Pessoalmente, como líder, prefiro investir na expansão da consciência do que na supervisão das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-2294933582302923723?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/2294933582302923723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=2294933582302923723&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2294933582302923723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2294933582302923723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/05/so-funcionamos-no-chicote.html' title='Só funcionamos no chicote?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sgiq_8hH4rI/AAAAAAAAABI/x33XH3-CsV8/s72-c/IMG00052a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7576462132393351642</id><published>2009-05-02T12:08:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T12:20:21.517-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Cuida de mim, não da minha vida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SfxkjrS46xI/AAAAAAAAABA/ra5OjgkBVKE/s1600-h/crianca-6.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 185px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SfxkjrS46xI/AAAAAAAAABA/ra5OjgkBVKE/s200/crianca-6.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331246622979975954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Hoje em dia muito tem se falado sobre o papel e as responsabilidades de um líder. James Hunter iniciou este novo ciclo de papeis de liderança com o livro “O monge e o executivo”. Já falei neste blog sobre o livro do Pe. Zezinho que escreveu um livro chamado “&lt;a href="http://dfantonucci.blogspot.com/2009/04/o-lider-amoroso.html"&gt;O Líder Amoroso&lt;/a&gt;” e conheço de perto a obra do Roberto Tranjan que acredita no papel do Líder como educador de pessoas. Todas estas características, e outras que são estudadas e seguem a linha humanista, têm seus valores e ideais relacionados à celebração do ser humano. É o oposto da linha industrial, onde o homem é visto e tratado como meio para algum fim. Com esta nova visão as preocupações, o olhar e os cuidados do líder passam a ser mais focados nas pessoas do que nas “coisas”. E como poderia ser diferente?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O termo cuidar nos remete a várias imagens e uma delas, que sempre transita em minha mente, é a imagem do interesse. Quando cuidamos de alguém é porque temos um real interesse naquela pessoa. Nos importamos com o que acontece com ela, nos importamos com seu bem estar, com sua felicidade, com sua tristeza e sempre que podemos estendemos a mão para ajudá-la. Se eu pudesse “juntaria” as intenções por trás das obras que citei acima e falaria do “Líder Cuidador”, pois ele serve, ama e educa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas existe uma linha muito tênue, que esta ligada ao titulo deste post, que separa o “cuidar da pessoa” com o “cuidar da vida da pessoa”. E creio que muitas vezes caímos nesta armadilha. Como já disse antes, cuidar de pessoas é despertar por elas um interesse real, com uma boa intenção, com altruísmo e pensando apenas no bem estar e na evolução delas. Cuidar da vida das pessoas é diferente: é se interessar pelo que ela faz ou deixa de fazer; é se interessar pelo que ela tem, compra ou conquista; é querer saber onde ela está, para onde vai ou deixa de ir; e pior, compartilhar estas informações com outras pessoas. Com qual intenção? Não posso julgar, mas não acredito que seja o interesse pelo bem estar e pela evolução delas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A minha reflexão tem sido esta: O quanto estou “cuidando das pessoas” e o quanto estou “cuidando da vida das pessoas”?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E não se esqueça, não vale apenas para líderes, vale para todos nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7576462132393351642?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7576462132393351642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7576462132393351642&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7576462132393351642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7576462132393351642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/05/cuida-de-mim-nao-da-minha-vida.html' title='Cuida de mim, não da minha vida'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/SfxkjrS46xI/AAAAAAAAABA/ra5OjgkBVKE/s72-c/crianca-6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-1807762786791055593</id><published>2009-04-21T19:54:00.004-03:00</published><updated>2009-04-22T02:41:43.629-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>A Casa do Grito!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/imagens/grito-quadro.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 204px;" src="http://www.museudacidade.sp.gov.br/imagens/grito-quadro.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa semana fui a um compromisso na região do Ipiranga (zona sul de sampa), muito próximo do monumento da independência e do museu do Ipiranga. Minha reunião terminou perto do horário do almoço e, invés de ir embora, decidi caminhar pelos arredores do monumento, já que fazia muito tempo que eu não andava por ali. Eu estava subindo a rua que liga o monumento ao museu, contemplando aquela bela imagem da nossa história quando virei pra esquerda e vi, bem escondida entre as árvores, a casa do grito. Continuei andando, mas, logo, parei e voltei. Fazia muito tempo que não entrava naquela casa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A &lt;a href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/casadogrito.php"&gt;Casa do Grito&lt;/a&gt;, para quem  não conhece, é um patrimônio histórico, pois foi ali que, em 1822, Dom Pedro gritou, às margens do rio Ipiranga: "Independência ou Morte!". Ainda não se sabe se a casa que existe hoje, estava realmente ali em 1822, pois existem registros que dizem que a casa foi construída apenas em 1844, porém, ela ficou conhecida pois protagoniza uma das maiores obras que retratam este fato histórico: a tela &lt;a href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/grito-quadro.php"&gt;“Independência ou Morte”&lt;/a&gt;, pintada por Pedro Américo em 1888.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como eu estava ali, visitei a casa, que hoje é uma espécie de museu da independência e dos hábitos da época e também mostra como viviam as famílias no século 19. Algumas paredes estão descobertas (sem o conhecido “reboco”) para que possamos ver a forma que a casa foi originalmente construída: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pau-a-pique"&gt;“pau a pique”&lt;/a&gt;, ou seja, construção com madeiras (geralmente bambu) entrelaçado com cipó e preenchida com barro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ademais a nostalgia que foi visitar esta casa (que devia fazer uns 15 anos que eu tinha ido pela última vez), o que me chamou a atenção foi a movimentação em torno do museu. Quando eu estava indo em direção ao portão, para sair do parque, pude observar uma série de crianças, orientadas pelos seus professores educadores, em direção à entrada do museu. Muitas, provavelmente, pela primeira vez ali, estavam eufóricas por estarem muito próximas de chegar um pouco mais perto da nossa história, respirar os ares daquela época, ver como viveram nossa monarquia, de onde viemos, como nos  tornamos independentes e qual a importância deste fato para a proclamação da atual republica que vivemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Educadores liderando crianças, em busca de cidadania para estes que serão os futuros líderes de nossa nação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-1807762786791055593?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/1807762786791055593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=1807762786791055593&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1807762786791055593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1807762786791055593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/04/casa-do-grito.html' title='A Casa do Grito!'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-2684517590813995217</id><published>2009-04-13T21:46:00.002-03:00</published><updated>2009-04-13T21:57:59.377-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Educação é Saúde Pública?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Hoje eu recebi um email da Raissa, colaboradora da Cadsoft, com o link de uma &lt;a href="http://veja.abril.com.br/150409/p_070.shtml"&gt;reportagem&lt;/a&gt; veiculada pela revista Veja, a respeito da mudança proposta pelo ministério da educação para o vestibular, mudança que está sendo chamada de “Vestibular Unificado”. A reportagem é interessante e aborda diversos pontos de vista e claro, como tudo que permeia educação, é um assunto que ainda vai render longas discussões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após ler a reportagem, comentei sobre ela com a Ana, minha esposa. Ela é advogada e fonoaudióloga (apesar de exercer apenas fonoaudiologia atualmente) e estas duas experiências permitiram a ela contatos muito próximos com legislações, direitos humanos (incluindo educação), deveres e obrigações (todos no contexto do Direito) e também com o tema de saúde pública (no contexto de Fonoaudiologia). Durante a nossa conversa, em que eu explicava a ela a minha opinião sobre esta unificação de vestibulares (opinião que deixarei para expressar em outro “post”), o contexto ampliou e ela fez a seguinte afirmação: “Na minha visão, educação é saúde pública!”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui pego de surpresa. Não esperava uma afirmação como essa pois eu nunca tinha enxergado a educação desta forma. Por este motivo aprofundei no papo para entender como ela tinha chegado nesta conclusão. Após varias idas e vindas, ela chegou à seguinte definição: “Tudo aquilo que é voltado para o bem estar e a evolução do ser humano, é saúde publica”. Pensei comigo: “Educação é voltada para o bem estar do ser humano? Claro!” Então é saúde pública? Neste contexto, eu diria que sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após esta reflexão me lembrei que, no texto da &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/publi_04/COLECAO/PLANDI.HTM"&gt;Reforma do Estado &lt;/a&gt;de 1995 educação e saúde são classificadas na mesma seara, como “Serviços Não-Exclusivos”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concluindo, esta visão fez muito sentido para mim, principalmente se eu citar a ideologia da Cadsoft, que ajudei a construir e luto diariamente para perenizar: “Participar do&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; aprimoramento educacional visando o progresso humano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, em conjunto com Instituições éticas e &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;atentas ao bem-estar social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, contribuindo para formação de uma comunidade próspera e humana que compartilha, ensina, aprende e se doa”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-2684517590813995217?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/2684517590813995217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=2684517590813995217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2684517590813995217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2684517590813995217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/04/educacao-e-saude-publica.html' title='Educação é Saúde Pública?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-8955243662382055410</id><published>2009-04-05T21:35:00.001-03:00</published><updated>2009-04-05T21:40:38.509-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>O Líder Amoroso</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Recentemente eu li um livro chamado “As Sete Virtudes do Líder Amoroso”. É um livro sobre liderança, na mesma linha do livro “O Monge e o Executivo”, porém, invés de tratar do líder servidor, trata do líder amoroso. O principio básico do livro é o “Hino ao Amor” de Paulo de Tarso, que a na bíblia (pelo menos na que eu tenho aqui em casa) é encontrado na Primeira Carta aos Coríntos, no capitulo 13. Os leitores, principalmente da geração que cresceu nos anos 80 e 90, devem conhecer parte deste texto através da musica “Monte Castelo”, da Legião Urbana. Mas porque eu estou falando tanto deste livro? Porque ele foi escrito por um padre (Pe. Joãozinho, SCJ).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estamos acostumados a ler livros de lideranças escritos por “gurus” badalados, na moda, que dizem nos trazer as soluções para sermos grandes lideres. E estamos acostumados a ler livros de auto-ajuda, espiritualidade, família, religiosidade, escrito por padres. Mas, confesso que, ao receber um livro que fala de liderança, escrito por um padre, tive certa desconfiança. A primeira coisa que pensei foi: O que um padre pode entender de liderança? Mas, antes que meu “pré-conceito” sobre os conhecimentos de liderança de um padre pudessem minar meu interesse naquela leitura, pensei: Ele é um líder, como outro qualquer. Ele lidera pessoas, a diferença é que a ideologia dele provavelmente é a Fé.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Basicamente o livro fala das 7 virtudes que um líder amoroso deve ter, embasadas no hino ao amor, que já citei acima. São estas as virtudes:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O líder comunicativo;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder confiante;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder solidário;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder paciente;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder discreto;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder honesto;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O líder resiliente;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNormal"&gt;O tema é atual, a leitura é fácil (apesar de não aprofundar nos conceitos que levaram o autor a defini-los) e a adaptação de um texto escrito há tantos séculos aos dias de hoje, se torna muito curiosa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, antes que pensem que é um sobre religião ou sobre a igreja, esclareço: É um livro sobre atitudes, embasadas no amor ao próximo e a si mesmo, que podem ajudar a um líder a liderar. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-8955243662382055410?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/8955243662382055410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=8955243662382055410&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/8955243662382055410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/8955243662382055410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/04/o-lider-amoroso.html' title='O Líder Amoroso'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-895934251851902655</id><published>2009-03-29T23:38:00.001-03:00</published><updated>2009-03-29T23:42:20.697-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Líderes que andam de “muleta”</title><content type='html'>&lt;div&gt;No último &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post &lt;/span&gt;que escrevi falei sobre como deveriam ser os programas assistenciais do governo, em minha concepção. Basicamente acredito em um ciclo virtuoso que inicia no atendimento das necessidades básicas do indivíduo, passa pela educação e profissionalização dele para que, em seguida, o mesmo possa exercer sua cidadania e lutar, inicialmente, pela sua sobrevivência (e de sua família) e posteriormente pelo seu crescimento e emancipação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na semana passada, logo após ter escrito este &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;, a Katy, uma amiga e colaboradora da Cadsoft, me procurou para comentar sobre o texto. Durante o papo ela lembrou de uma palestra do Roberto Tranjan, consultor, educador e autor que criou o modelo de gestão que escolhemos para nossa empresa.  Nesta palestra o Roberto falou sobre sua experiência como consultor de empresas por mais de 10 anos e da sua frustração nesta atividade. Sempre que ele desenvolvia um trabalho de consultoria, as coisas na empresa-cliente se encaixavam e tomavam um rumo adequado. Porém, depois de algum tempo (meses ou anos, dependendo do caso) os líderes costumavam chamá-lo de volta para ajudá-los a colocar suas empresas novamente no lugar e, quando ele chegava, percebia que os problemas eram, em sua maioria, os mesmos que ele havia ajudado a corrigir em sua primeira passagem. Depois de muito se frustrar ele decidiu abandonar o trabalho de consultor e criou uma empresa de educação para negócios. Hoje sua principal atividade é educar lideres para liderarem suas empresas, sem que precisem de uma “consultoria” para colocar a empresa no rumo, de tempos em tempos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Katy lembrou desta história porque ela fez um link muito interessante entre essa experiência do Roberto e o último &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; que escrevi. Em sua percepção, no âmago da questão, os problemas relatados são os mesmo, pois em ambos os casos alguém de fora (seja um consultor ou seja o governo) ajuda, mas não ensina, criando um ciclo de dependência contínua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como este &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post &lt;/span&gt;de hoje é voltado para o tema liderança, baseado nesta conexão que foi relatada acima eu reflito: Quantas vezes, enquanto líderes, nos apoiamos em muletas, desculpas ou “consultores” para exercerem a nossa função, terceirizando nossa responsabilidade assumida perante outras pessoas e convencendo-nos de que é o melhor caminho?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consultores devem ser contratados para nos ensinar algo que não sabemos. Assim que terminam seu trabalho de educação devem ser avaliados pela falta que não vão fazer em nossa empresa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, se você prefere andar de muleta...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-895934251851902655?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/895934251851902655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=895934251851902655&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/895934251851902655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/895934251851902655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/03/lideres-que-andam-de-muleta.html' title='Líderes que andam de “muleta”'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-6258163792173489368</id><published>2009-03-23T17:13:00.001-03:00</published><updated>2009-03-23T17:16:25.959-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Fome-zero, cárie-zero, furo na roupa-zero...</title><content type='html'>&lt;div&gt;Semana passada tive um papo muito interessante com um amigo e colaborador da Cadsoft, o Bernardo. Apenas para contextualizar, o Bernardo é afro-descendente e eu sou ítalo-descendente (existe isso?). Começamos a conversar, nem sei o porquê, sobre o regime de cotas e um provável protecionismo para classes (ou raças) menos favorecidas. Ao longo da conversa nosso papo acabou se desviando das cotas para o programa fome zero. O Bernardo é a favor do fome-zero (e vou me limitar a dizer isso, deixando o espaço deste blog para ele manifestar os seus motivos) e eu sou totalmente contra, no modelo que ele é apresentado atualmente. Tem uma velha história, que acho que aprendi com meu pai, que diz assim: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;“Temos que ensinar as pessoas a pescarem o seu próprio peixe, para que dependam única e exclusivamente de seu esforço para se alimentar, sobreviver, prosperar. Se damos o peixe, o dia que a nossa fonte secar, prejudicaremos também as pessoas que dependiam deste peixe e isso é irresponsabilidade da nossa parte.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de ser uma história antiga e conhecida por muitos, ela é bem atual no contexto desta discussão. Em minha opinião, o fome-zero (e todos os programas assistencialistas) dão o peixe, mas não ensinam a pescar.  Ao entregar o peixe às famílias mais necessitadas, não expandimos suas possibilidades, limitando-as àquele peixe. Não criamos oportunidades, criamos dependência. Não criamos um “pais do futuro”, criamos um povo sem identidade, sem significado e facilmente manipulado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até posso acreditar que a intenção do programa fome-zero foi boa, mas o formato, não foi. Em minha concepção o formato de um programa como este deve ser o da re-socialização. Numa primeira fase é valido dar comida, já que estão passando fome. Mas, num período determinado de tempo, temos que ensinar uma profissão, criar oportunidades de emprego e possibilitar às famílias que sejam responsáveis pelo seu próprio sustento. É um ciclo virtuoso de geração de pessoas mais conscientes, oportunidades de trabalho e conseqüente geração de riquezas para o país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No dia seguinte a esta discussão, assistindo o Jornal “Bom dia Brasil” da rede Globo, logo lembrei do Bernardo ao ouvir a seguinte notícia: “Governo libera 40 milhões de reais para compra de escovas de dentes para a camada mais pobre da população”. Em minha visão, é o Cárie-zero. E depois disso? Virá o furo na roupa-zero, o sem teto-zero, o sem entretenimento-zero?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Temos que repensar este modelo de gestão de nosso país, para criamos uma nação mais consciente, menos manipulada e que luta e se orgulha ao alcançar seu sustento e sua prosperidade através de seu próprio esforço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-6258163792173489368?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/6258163792173489368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=6258163792173489368&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6258163792173489368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6258163792173489368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/03/fome-zero-carie-zero-furo-na-roupa-zero.html' title='Fome-zero, cárie-zero, furo na roupa-zero...'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7709859167945795005</id><published>2009-03-10T19:23:00.004-03:00</published><updated>2009-03-16T17:29:07.165-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Dia internacional da mulher: Comemorar ou se envergonhar?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Dia 08 de março de 2009, como acontece em todos os anos (ou quase todos) há mais de 100 anos, foi comemorado o dia internacional da mulher. Bom, se alguma mulher esperou os meus parabéns, se frustrou. Este dia poderia ser chamado de dia internacional das conquistas econômicas, políticas e sociais das mulheres, ou o dia em comemoração às trabalhadoras queimadas no incêndio na fábrica de Triangle Shirtwaist, mas não poderia ser o dia internacional da mulher. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira coisa que vem em minha cabeça quando falam em “dia da mulher” é: “que ótimo, todos os outros dias são dos homens”. Mas brincadeiras a parte, isso não tem nada de ótimo. Isso é vergonhoso. Eu vejo pessoas entregando rosas às mulheres neste dia. Só neste dia? Só assim para elas merecerem uma rosa? Só assim para elas merecerem nossa atenção, nosso carinho, nosso agradecimento por existirem em nossa vida? Não. Todos os dias deveriam ser o “dia da mulher”. Assim como todos os dias deveriam ser o dia do homem, do ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma coisa é ter o dia do profissional (dia do analista de sistemas, dia do médico, dia do funcionário público) pois estamos homenageando uma classe, pequena dentre tantas outras (apesar de que eu não vejo o menor sentido nestas datas) mas outra coisa é o dia da mulher, dia do índio, da consciência negra. Parece que são alas excluídas, que são lembrados apenas neste dia. E para falar a verdade, é o que acontece: Só lembramos do índio no dia do índio, só lembramos que existe a consciência negra, que luta pelos direitos de igualdade, no próprio dia e só lembramos do quanto as mulheres podem ser especiais em nossa vida, no dia da mulher. Não comemoro nenhum destes dias!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho uma vergonha existir um dia para que pessoas sejam lembradas. Isso serve apenas para confortar a nossa consciência, amenizando os atos equivocados que tomamos em nosso dia a dia quando maltratamos ou negligenciamos nossa mãe, esposa, amiga ou irmã (ou um índio, ou um negro). No dia comemorativo entregamos uma rosa, vestimos uma roupa de índio ou lembramos que a feijoada foi inventada pelos negros, e fica por isso mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que venha mais um ano de consciência limpa e alma tranqüila.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7709859167945795005?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7709859167945795005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7709859167945795005&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7709859167945795005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7709859167945795005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/03/dia-internacional-da-mulher-comemorar.html' title='Dia internacional da mulher: Comemorar ou se envergonhar?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3801719136840093895</id><published>2009-02-24T02:24:00.003-03:00</published><updated>2009-02-24T02:30:00.302-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Acreditar: depende da intenção?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Duas semanas atrás escrevi neste blog sobre “&lt;a href="http://dfantonucci.blogspot.com/2009/02/o-dificil-exercicio-de-acreditar.html"&gt;o difícil exercício de acreditar&lt;/a&gt;”. Foi um ensaio sobre honestidade, verdade, crença e perdão. Como os leitores deste blog são na maioria amigos (só os amigos mesmo para terem tanta paciência...), conheço os “proprietários” dos comentários que foram deixados naquele post e agradeço muito a todos. Fizeram-me refletir sobre o ensaio inicial e buscar novas conclusões acerca de um tema tão controverso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira reflexão foi entre verdade, seja pura e simples ou inocente, e a intenção. O que temos de mais profundo em um gesto, uma palavra, um simples olhar ou até mesmo num beijo é a nossa intenção. Sim, acredito que certas vezes decidimos proferir inverdades com uma boa intenção detrás dela. Essa intenção pode ser proteção, como no caso do filme Benjamim Button, auto-preservação, inocência, medo, amor ou tantas outras que possam existir. O fato é que esta reflexão me levou a rever meu primeiro ensaio: quando descobrimos uma inverdade devemos, antes de mais nada, saber qual era a intenção por detrás dela. Pode ser que, sabendo a real intenção, não seja necessário nem “pregar um prego” tão pouco perdoar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, surge uma nova dúvida: como saber a qual era a real intenção? Acredito que não tem regra, não tem lei, não tem fórmula nem mágica. Se você descobre, você simplesmente sente. Utilizar a maiêutica para fazer as perguntas certas pode ajudar a chegar nesta camada mais profunda, da intenção, mas ainda assim só teremos certeza que chegamos quando sentirmos. É muito abstrato, eu sei, e se alguém tiver uma idéia diferente, por favor, compartilhe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra reflexão foi a relação entre verdades e inverdades e a honestidade. Não acredito que uma pessoa possa ser determinada como honesta ou desonesta pela quantidade de verdades ou inverdades que ela profere. Tão pouco pelo tamanho da verdade (ou inverdade) dita. Uma pequena inverdade para uma pessoa pode significar o mundo para outra. Fazendo uma relação com a primeira reflexão poderia inferir que a honestidade (se é que nos cabe este julgamento) também é pautada pela intenção. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim percebi que nossas crenças são pautadas pela nossa história de vida. Muito do que somos hoje foi escrito nas diversas páginas de nossa vida. Assim como um diário que não se apaga com o tempo, nossas experiências, ilusões e desilusões ajudam a formar a visão que temos do mundo e das pessoas. Respeitar esta visão é respeitar nossa própria história. Refletir sobre nossa história e mudar nossa visão do mundo é melhorar, porém cada um no seu tempo, no seu espaço, no seu ritmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;Sem pressa, pois a vida é para ser apreciada e não engolida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3801719136840093895?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3801719136840093895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3801719136840093895&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3801719136840093895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3801719136840093895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/02/acreditar-depende-da-intencao.html' title='Acreditar: depende da intenção?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7537928742494333470</id><published>2009-02-17T13:48:00.002-03:00</published><updated>2009-02-17T13:52:45.490-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>A responsabilidade de um líder</title><content type='html'>&lt;div&gt;Tem um texto de um autor que admiro muito, Roberto Tranjan, que fala sobre a escolha de ser um líder. Durante o texto ele faz uma brincadeira que nos remete à nossa infância, resgatando em nossas memórias o que gostaríamos de ser quando crianças. Engenheiro, médico, dentista, bombeiro, advogado, e outras profissões não tão tradicionais quanto as citadas são, geralmente, as lembranças que vêem em nossa memória. Mas, por mais que perguntemos a muitas pessoas, ninguém se lembra de ter pensado quando era criança: Eu quero ser um líder! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguns podem até imaginar: Mas líder não é uma profissão! Se não é? O que é? Uma função, um cargo, uma aptidão ou até mesmo um dom? Não, ser líder em minha opinião é uma escolha. Podemos ser líderes de uma empresa, de uma equipe, de uma família, do clube do futebol no final de semana, da comunidade em que vivemos, não importa. O que importa é que a liderança exige responsabilidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se você escolheu ser um líder, escolheu ter muita responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A responsabilidade é a obrigação de respondermos pelos nossos próprios atos e ela é fortemente baseada no livre-arbítrio. Se liderança é uma escolha e o livre-arbítrio é a possibilidade que temos de fazer nossas próprias escolhas fica fácil de entendermos porque a liderança nos traz responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas que tipo de responsabilidades a liderança pode nos trazer? São inúmeras. Poderia ficar dias e dias citando-as, mas compartilho algumas principais, em minha visão:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Estabelecer junto de seus liderados uma visão clara de futuro. Onde todos juntos (seja uma empresa, uma família ou uma comunidade) querem e pretendem chegar. E o que farão para atingir este futuro desejado. &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Enxergar as competências existentes em sua equipe e, principalmente, ter claro em sua mente quais as suas próprias limitações. Somente diante de suas limitações poderá escolher pessoas melhores do que ele para desenvolver atividades necessárias para a busca do futuro desejado.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cuidar para que suas limitações pessoais não coloquem em risco o objetivo compartilhado com seus pares. O líder tem esta obrigação!&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estar atento para que sua equipe esteja unida e com foco no futuro desejado. Somente com foco e união dos envolvidos, através de ações consistentes, é que este futuro será alcançado.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estas são minhas percepções iniciais sobre as responsabilidades de um líder. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém aumenta a lista?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7537928742494333470?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7537928742494333470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7537928742494333470&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7537928742494333470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7537928742494333470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/02/responsabilidade-de-um-lider.html' title='A responsabilidade de um líder'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-4888717916457986251</id><published>2009-02-09T19:18:00.004-02:00</published><updated>2009-02-24T02:27:13.401-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O difícil exercício de acreditar</title><content type='html'>&lt;div&gt;Dentre tantas coisas que aprendi ao longo da minha vida uma delas foi a crença indubitável nas pessoas. Acredito que todo ser humano merece ser visto como honesto e verdadeiro, até que prove o contrário. Alguns amigos já me falaram que esta crença é uma espécie de ingenuidade da minha parte, que eu deveria avaliar melhor as pessoas antes de acreditar nelas. Eu até entendo este ponto de vista, pois esse cuidado, esta avaliação preliminar, poderia me proteger de possíveis desilusões. Mas eu também correria o risco de, não conhecendo profundamente uma pessoa, pré julgá-la erroneamente e ficar com a consciência tranqüila pela égide de meus preconceitos, crenças e valores. Entre correr o risco de uma desilusão e correr o risco de um julgamento errado, escolho a desilusão, até porque tenho certeza que as pessoas praticam muito mais verdades do que não verdades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, é importante afirmar que todos nós (todos mesmo, sem exceção) já cometemos atos de inverdade. Seja com nossos pais, amigos, familiares ou cônjuges, as vezes não falamos a verdade (ou não falamos alguma parte dela). Quando decidimos por inverdades, e não importa o tamanho dela, corremos o risco de sermos julgados se alguém nos descobrir e acredito que este julgamento será balizado pelo sentimento que despertamos na pessoa que nos descobre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certas inverdades passam despercebidas, sem nenhum sentimento ruim despertado ou nenhuma conseqüência desastrosa. São tão pequenas que as vezes até fazem bem para os relacionamentos. Outras são tão serias que podem abalar profundamente uma relação de confiança, seja ela de um dia, um mês ou anos. E em minha percepção, o estrago conseqüente de uma inverdade está nos olhos de quem descobre e não de quem a comete, pois somente o descobridor pode avaliar o tamanho da ferida que os sentimentos despertados pela descoberta causaram em seu mais profundo íntimo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas para todo erro existe o perdão. Não vou abordar o tema perdão neste post, pois é mais uma extensa reflexão, mas me lembro de uma história que um amigo meu me ensinou:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"Sentimentos ruins que despertamos nas pessoas são como pregos pregados em uma árvore. Podemos até tirá-los de seu tronco, mas o furo permanecerá lá por muito tempo, até que esta árvore amadureça este sentimento a ponto de não sobrarem mais as marcas daquele prego."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando isso acontece? Só o tempo para responder!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-4888717916457986251?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/4888717916457986251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=4888717916457986251&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/4888717916457986251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/4888717916457986251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/02/o-dificil-exercicio-de-acreditar.html' title='O difícil exercício de acreditar'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-6359745135870782931</id><published>2009-01-30T15:51:00.003-02:00</published><updated>2009-01-31T15:35:30.957-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O limiar entre a Humildade e Hipocrisia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa semana estava conversando com alguns amigos da Cadsoft, Alysson, Alexandre e Miron. Numa conversa paralela com o Alysson fiz uma brincadeira dizendo que ele era realmente um cara humilde. O Miron ouviu a brincadeira e disse: O Alysson humilde? Não ele é hipócrita. E todos começaram a rir da piada. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Mas logo após os risos, começamos a discutir a diferença entre humildade e hipocrisia, porém, sem chegar num consenso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois deste bate papo fiquei pensando muito sobre esta diferença. Já escrevi sobre &lt;a href="http://dfantonucci.blogspot.com/2008/10/hipocrisia-pretenso-virtuosidade.html"&gt;hipocrisia&lt;/a&gt; neste blog, em outubro do ano passado. Naquele &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;post&lt;/i&gt; defini a hipocrisia como um desalinhamento entre aquilo que pensamos e sentimos daquilo que fazemos e mostramos ao mundo. Na wikipedia hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. Evoluindo um pouco mais, é como se &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;NÃO&lt;/b&gt; vivêssemos o que realmente somos.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Pesquisando sobre humildade descobri que é a qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre outras pessoas nem se mostrar superior a elas. Aquele que se vangloria da sua humildade, mostra simplesmente que não a tem. A humildade no senso comum é entendida como uma virtude e, logo, se hipocrisia é o ato de fingir ter uma determinada virtude que não se tem podemos inferir que, aquele que tenta se mostrar humilde pode acabar sendo interpretado como hipócrita.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Apenas para não deixar dúvidas, o Alysson não foi nem humilde nem hipócrita, porque nós o “rotulamos” naquele momento, pela brincadeira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas e se fosse verdade? Como discernir entre um ato de humildade ou de hipocrisia? &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Não tenho essa resposta, mas gostaria de compartilhar o que penso sobre isso. Talvez seja difícil entender se uma pessoa esta sendo hipócrita ou humilde (em outras palavras, se ela esta sendo real ou se esta se mostrando diferente do que é) num primeiro contato porque não a conhecemos. Se tentarmos discernir à primeira impressão corremos o risco de sermos &lt;a href="http://dfantonucci.blogspot.com/2009/01/ensaio-sobre-o-preconceito-e-tolerncia.html"&gt;preconceituosos &lt;/a&gt;(ver o post do dia 12/01/2009) e até injustos. Mas se a convivência se torna mais freqüente podemos facilmente observar alguns pontos discrepantes entre o discurso e a atitude. Somos aquilo que fazemos e não aquilo que falamos. Claro que nossas atitudes nem sempre refletem nossa intenção (e isso é assunto pra outro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;post&lt;/i&gt;) e também não podemos julgar alguém um hipócrita apenas por uma atitude isolada, por isso a importância da freqüência e da convivência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por fim, antes de concluir que uma pessoa é hipócrita, livre-se de seus preconceitos, conheça de verdade esta pessoa, atente-se às suas atitudes e não deixe de enxergar que por detrás delas pode ter uma intenção mal interpretada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Alguma outra idéia?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-6359745135870782931?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/6359745135870782931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=6359745135870782931&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6359745135870782931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6359745135870782931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/01/o-limiar-entre-humildade-e-hipocrisia.html' title='O limiar entre a Humildade e Hipocrisia'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-2952119541850073215</id><published>2009-01-12T22:36:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T15:35:21.918-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Ensaio sobre o Preconceito e a Tolerância</title><content type='html'>&lt;div&gt;Inicio a temporada de 2009 com um texto sobre Preconceito e Tolerância. Por ser um assunto extenso e complexo, chamei o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post &lt;/span&gt;de “ensaio”. Acredito que, como seres humanos somos suscetíveis a erros, e por isso todos nós temos alguns preconceitos. Os preconceitos, em minha visão, podem ter várias origens e destaco aqui as que acredito terem maior relevância:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nossa educação, formal e informal (na escola, em casa, na igreja)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Enraizadas em nossa sociedade e em nossa cultura (pátria, comunidade, “tribos”)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Experiências que vivemos ao longo da nossa vida&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E também, por medo!&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nestas férias passei por algumas situações em que fui confrontado com alguns preconceitos que possuo e decidi me aprofundar na raiz destes preconceitos. Como acredito que vivemos para contribuir e evoluir, não aceitei as duas primeiras origens, educação e cultura, como causa de meus preconceitos, e busquei classificá-los nas duas últimas origens: Experiências e Medo. O interessante foi que, quanto mais me aprofundava em minhas reflexões, mais eu percebia que quase não havia vivenciado experiências relacionadas aos meus preconceitos, logo, sobrava-me apenas o medo.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante disto percebi que podemos exercer, inconscientemente, um ciclo muito perigoso: Em geral, temos medo daquilo que não conhecemos. Se não conhecemos, pressupomos. Pressuposições erradas nos levam a uma realidade distorcida e por fim, a realidade distorcida nos desperta o preconceito. Conclui que meus preconceitos, em sua maioria, tinham raiz no medo e decidi confrontá-los através da tolerância.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Encaro a tolerância como a capacidade do ser humano de entender, respeitar e conviver com escolhas, atitudes e formas de expressão diversas que existem em nosso mundo. Não me obrigo a participar ou gostar de toda esta diversidade, mas não devo hostilizar, denegrir ou tão pouco satirizar qualquer escolha, atitude ou forma de expressão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inicio o ano de 2009 mais tolerante, pois é através da tolerância que podemos nos dar a chance de entender e respeitar a todos em nossa volta, enfrentando e vencendo nossos medos e preconceitos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-2952119541850073215?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/2952119541850073215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=2952119541850073215&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2952119541850073215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2952119541850073215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2009/01/ensaio-sobre-o-preconceito-e-tolerncia.html' title='Ensaio sobre o Preconceito e a Tolerância'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-2560507548290038285</id><published>2008-12-15T09:03:00.003-02:00</published><updated>2009-01-31T15:35:12.015-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>GAM – Um estilo de vida!</title><content type='html'>&lt;div&gt;No ultimo sábado, dia 13/12, tivemos um encontro com o pessoal da Cadsoft que mora em SP, para falarmos sobre o projeto Habilitar para Incorporar, que tinha como principal objetivo apresentar os resultados de 2008 e o planejamento de 2009. Claro que o Glauson, que estava conduzindo a apresentação, como bom metanóico e grande utilizador da Roda do Aprendizado, começou a reunião colhendo as percepções de todos os participantes. Iniciou colhendo percepções sobre o que os participantes tinham achado do ano de 2008, se haviam atingido os resultados esperados, se estavam felizes e realizados com o que tinham desenvolvido em 2008.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante o processo, havia um momento em que relembrávamos a nossa estratégia, iniciando pela ideologia, passando pelo negócio e chegando em Foco, Diferenciais e Competências. Neste momento, todos participantes começaram a falar sobre como entendem e explicam cada um destes itens. Alinhamos com todos a diferença entre ideologia e negócio e passamos para o gomo da observação. Neste momento, o Luciano Cunha, que faz parte da comunidade Cadsoft à muitos anos, pediu a palavra e nos surpreendeu com a seguinte frase: “GAM é um Estilo de Vida!”  Confesso que nunca esperaria algo tão profundo. Olhei para o rosto de varias pessoas e rolou um arrepio generalizado, de tão inesperado, original e, porque não, gostoso de ouvir aquilo. Acho que todos estavam tentando encontrar uma definição que não vinha, mas o “Z” (como o Luciano é mais conhecido entre nós) conseguiu externar o sentimento de todos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois deste fato, continuamos a reunião, seguida de um maravilhoso churrasco e no final todos foram embora, terminar de curtir o final de semana. Porém, aquela frase ficou forte em minha mente. O que estava por trás daquela frase, e do fato de todos terem se identificado com ela? Quando falamos em estilo de vida, estamos falando do que exatamente? Então fui pesquisar, encontrei uma definição e fiz uma adaptação livre: “..Estilo de vida é uma expressão moderna que se refere à estratificação da sociedade por meio de aspectos comportamentais. É a forma pela qual uma pessoa ou um grupo de pessoas vivenciam o mundo e, em conseqüência, se comportam e fazem escolhas..”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois de ler e interpretar esta definição, ao som de Tocando em Frente do Almir Sater, não tive dúvidas: GAM é realmente um estilo de vida! Quem conhece, vive e se apaixona por GAM sabe que por trás dele existe uma ideologia, pessoas que sabem o que querem, valores progressistas, enfim uma “..comunidade que aprende, ensina compartilha e se doa..”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-2560507548290038285?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/2560507548290038285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=2560507548290038285&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2560507548290038285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2560507548290038285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/12/gam-um-estilo-de-vida.html' title='GAM – Um estilo de vida!'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7891714925103620998</id><published>2008-12-07T16:30:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T15:34:58.358-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Felicidade e os pequenos grandes momentos</title><content type='html'>&lt;div&gt;Ontem estava lendo um livro chamado “A cidade do sol”. Ele conta, através da história de vida de algumas personagens, a cultura, religião, guerras, crenças e mazelas do Afeganistão, entre 1960 e os dias de hoje. A leitura é pouco dura para nós ocidentais, que não estamos acostumados, principalmente, ao tratamento que é dado às mulheres naquele país. Durante a leitura comecei a refletir o que era felicidade para aquele povo, aquelas mulheres, aquelas crianças. A felicidade deles, segundo relatado no livro, era continuar vivo. Se fossem atacados por um míssil ou pisassem numa mina, a felicidade era perder apenas uma perna, para poder ter a outra como apoio. No caso das mulheres, felicidade era, por volta dos 15 anos, ser “escolhida” por alguém (geralmente muito mais velho e que sequer conhecia) para se casar, servi-lo, ser mãe de seus filhos e torcer para que não fosse maltratada. E então a história se repete. Para os meninos, o ideal era ser um soldado ou um &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;mujahedin&lt;/span&gt; para lutar em algum &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;jihad&lt;/span&gt;, e talvez se tornar um mártir. Mesmo assim, as famílias relatadas na estória são felizes. São unidas, se amam, amam a um Deus e oram diariamente para ele. Mesmo com toda esta realidade, eles conseguem ser felizes! Lutam, oram e amam em busca de dias melhores, claro, mas sem esmorecer. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante desta estória, fiquei pensando o quanto não damos valor para pequenos momentos, pequenas conquistas em nosso dia a dia, que as vezes nos parecem banais.Não sabemos valorizar momentos de união com nossos amigos, nossa família, nossos namorados e cônjuges e estamos sempre em busca da “grande felicidade”, mas não percebemos quando estamos diante de um pequeno momento feliz. Se este povo afegão, que sofreu tanto por tanto tempo, conseguiu encontrar felicidade em pequenos atos e pequenos momentos, porque não conseguimos também?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concluindo, acredito que “Felicidade” são pequenos grandes momentos repletos de atos de amor que nos rodeiam todos os dias de nossas vidas. Basta ter olhos para enxergá-los.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7891714925103620998?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7891714925103620998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7891714925103620998&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7891714925103620998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7891714925103620998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/12/felicidade-e-os-pequenos-grandes.html' title='Felicidade e os pequenos grandes momentos'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-5869494862162521858</id><published>2008-12-02T13:39:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T15:34:47.960-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Expansão da Consciência</title><content type='html'>&lt;div&gt;No ultimo “post” falei sobre a verdadeira felicidade e a ligação que existe entre ela e momentos kairós (ver “post” do dia 14/11/2008). A importância de reconhecermos  a felicidade como momentos únicos, divinos (kairós) e também de enxergar esta felicidade composta de momentos não tão bons. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porém, como fazer para reconhecer os momentos que compõe a verdadeira felicidade? É ai que entram os estágios de consciência. Não vou explorar a teoria dos sete estágios que existe por trás da meditação, mas gostaria de compartilhar como enxergo esta questão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para reconhecer a verdadeira felicidade identificando momentos kairós e aceitando momentos não tão bons como parte da verdadeira felicidade, precisamos expandir nosso estágio de consciência.  Mas como fazer isso? Primeiro, reconhecendo o que te faz feliz. Você já se perguntou o que realmente te faz feliz? Como podemos buscar (ou encontrar) algo que não conhecemos? Esta reflexão é o primeiro passo para expandir a consciência. Quando conseguimos responder perguntas que nos aprofundam em nosso auto-conhecimento, a expansão da consciência ocorre. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fernando Pessoa disse: “..para ser grande, sê inteiro. Nada teu despreza ou diminui..”. Mas, antes de ser inteiro, precisamos nos conhecer, expandido a nossa consciência sobre nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-5869494862162521858?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/5869494862162521858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=5869494862162521858&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5869494862162521858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5869494862162521858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/12/expanso-da-conscincia.html' title='Expansão da Consciência'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-1891816250769195739</id><published>2008-11-22T20:57:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T15:34:35.341-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A verdadeira felicidade</title><content type='html'>&lt;div&gt;No último “post” eu escrevi um pouco sobre os tempos Chronos e Kairós. Para explorar um pouco mais sobre o assunto, vou escrever sobre o que entendo por felicidade. Tenho conversado com vários amigos nos últimos dois anos sobre definição de felicidade. Claro que nestas discussões várias versões, idéias, concepções e vivencias surgiram, e todas com muita riqueza principalmente de sentimentos e valores. Porém, pude perceber que a maioria das pessoas entende a felicidade como “momentos”, e de acordo com o último post, poderia deduzir que, para a maioria, felicidade é um momento Kairós. Diante disto, fica claro que as pessoas “estão” felizes em determinados momentos que são invadidas por sentimentos de prazer, alegria, satisfação , reconhecimento e outros tantos. Porém, diante de uma situação que os leva a tristeza, chateação, descontentamento, entendem que não “estão” felizes. Ou seja, felicidade é “estar”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois de tanto conversar, de tanto ler sobre o assunto e de tanto refletir, cheguei a uma conclusão que compartilho com vocês: A felicidade é “ser” e não “estar”. Mas e os momentos de tristeza? A verdadeira felicidade, a felicidade plena, em minha concepção, é formada por momentos únicos, inesquecíveis (kairós), por momentos bons e também por momentos não tão bons. A nossa vida é assim! Sabemos que um dia nossos pais vão morrer, pois é a ordem natural, sabemos que um dia vamos brigar com o nosso cônjuge, pois é dinâmica dos relacionamentos e sabemos que um dia vamos ficar doentes, pois ninguém é de ferro. Situações como estas fazem parte da verdadeira felicidade, pois são parte do fluxo natural da vida. E se queremos viver este fluxo, temos que “ser” felizes, contemplando todos os momentos e tentando tirar o melhor de cada oportunidade vivida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-1891816250769195739?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/1891816250769195739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=1891816250769195739&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1891816250769195739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/1891816250769195739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/11/verdadeira-felicidade.html' title='A verdadeira felicidade'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3110488095675388033</id><published>2008-11-14T02:57:00.001-02:00</published><updated>2009-01-31T15:34:22.809-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Tempo Chronos e Kairós : Quantidade ou Qualidade?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Passei esta semana em BH, na sede da Cadsoft. Na quinta-feira fui almoçar com a Patricia, que trabalha no Sustentar da nossa empresa e, entre várias coisas, conversamos sobre relacionamentos humanos e o tempo que dedicamos a cada um deles. Quanto tempo dedico a meu cônjuge, aos meus pais, aos meus amigos, a pessoas desconhecidas, a clientes, afilhados, sobrinhos, primos, e tantos outros? A principal conclusão que chegamos é que algumas pessoas precisam de quantidade de tempo e outras de qualidade de tempo. Desta conclusão acabei me lembrando de um conceito que aprendi no passado: O Tempo Chronos e o tempo Kairós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: Chronos e Kairós. Enquanto o Chronos refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, Kairós é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece. Kairós, na teologia, descreve a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", enquanto chronos é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens". Em síntese pode-se dizer que o tempo humano (medido) é descrito em horas e suas divisões (dias, semanas, anos), enquanto que Kairós descreve "o tempo de Deus", que não pode ser medido e sim vivido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Independente de crença religiosa, enxergo Kairós como um tempo divino, especial, único, insubstituível e principalmente, que não depende de quantidade e sim de qualidade. Em cada relação que estabeleço em meu dia a dia procuro viver momentos Kairós, intensos, reais e inteiros. Procuro dedicar o máximo de atenção para aquela pessoa que estou me relacionando, para que ao final daquele momento, ambos possam sentir que aquele “tempo” realmente “valeu a pena”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Relações baseadas em tempo Kairós são duradouras, marcantes, inesquecíveis e te deixam sempre com vontade de repeti-las. Por isso faço o convite a todos para que vivam relações baseadas em tempo Kairós e deixem o tempo Chronos para a Formula 1!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3110488095675388033?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3110488095675388033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3110488095675388033&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3110488095675388033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3110488095675388033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/11/tempo-chronos-e-kairs-quantidade-ou.html' title='Tempo Chronos e Kairós : Quantidade ou Qualidade?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-7178593202348375480</id><published>2008-11-08T09:15:00.003-02:00</published><updated>2009-01-31T15:34:07.450-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>A Gestão Empresarial e Machu Picchu</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Essa semana eu e o Glauson fomos visitar um cliente que estávamos um pouco afastados. É um centro universitário promissor, com uma estrutura muito sólida e um planejamento que nos pareceu bem consistente. Tínhamos vários objetivos com esta visita, desde a reaproximação, passando por um diagnóstico situacional e chegando, principalmente ao alinhamento com as lideranças da instituição de qual era o nível de utilização e satisfação dos nossos serviços e produtos dentro do Centro Universitário. O papo inicial foi com um dos líderes da IES (Instituição de Ensino Superior) e tivemos uma grata surpresa ao detectar, pelas próprias palavras deste líder, de sua visão estratégica, que a situação era muito boa. A utilização dos nossos produtos e serviços era de pelo menos 80% e que estavam todos muito satisfeitos. A princípio, eu e o Glauson estranhamos este posicionamento, pois não era o que ouvíamos dentro da nossa empresa e nem era a percepção dos nossos colaboradores. Mas, para ter certeza do que estava havendo, marcamos uma reunião com todos os colaboradores desta IES que utilizam nossos produtos e serviços, para captar a percepção deles. Como esperado, eles não estavam tão satisfeitos assim. Muitas dificuldades na operação do sistema, desconhecimento das regras, dos processos e principalmente falta de treinamento. Feito o diagnóstico, voltamos a falar com a liderança da IES, para expor esta nova perspectiva, vista do nível operacional, e não mais do nível estratégico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao sair deste segundo papo com a liderança, com o alinhamento das percepções, comecei a refletir sobre o que havia ocorrido e me lembrei da viagem que havia feito a Machu Picchu. Quando estive no Peru, passei dois dias no povoado de Águas Calientes, que dá acesso a cidade de Machu Picchu. Ao chegar em Machu Picchu, pude avaliar cada detalhe, cada pedra, cada casa, cada parede, cada jardim, tudo construído pelos Incas. Atrás da cidade de  Machu Picchu existe uma montanha chamada Waynapicchu (aquela que sempre vemos nas fotos de divulgação, que fica ao fundo de Machu Picchu), que também possui construções Incas. A cidade de Machu Picchu está a uma altura de aproximadamente 2.400 metros de altitude e Waynapicchu está a 2700 metros. No segundo dia de visita, decidi subir nesta montanha, para avaliar a cidade de Machu Picchu de outra perspectiva. A caminhada ao pico da montanha levou cerca de 90 minutos. A cada 10 minutos que subia, parava para ter uma nova visão da cidade de Machu Picchu, vista de cima. E a cada parada, a cidade ficava mais longe, eu via menos os detalhes das paredes, das pedras e dos jardins, porém, ela ficava cada vez mais bela. Ao chegar ao pico da montanha, a quase 300 metros de altura em relação a Machu Picchu, a visão foi magnífica. A cidade parecia um pássaro, de asas abertas, pronto para o vôo. Porém, não conseguia mais ver os detalhes que tinham ficado para trás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Unindo estas duas experiências, pude perceber que, quanto mais longe estamos ao observar um objeto, um processo, ou até mesmo uma operação empresarial, menos detalhes podemos perceber, e isso nos leva, em alguns casos, à falsa impressão de que tudo pode estar magnífico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-7178593202348375480?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/7178593202348375480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=7178593202348375480&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7178593202348375480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/7178593202348375480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/11/gesto-empresarial-e-machu-picchu.html' title='A Gestão Empresarial e Machu Picchu'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3638744450592143443</id><published>2008-10-17T16:16:00.002-03:00</published><updated>2009-01-31T15:33:55.370-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Qual a nossa contribuição?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Tenho muito orgulho de, há 09 anos, participar de uma comunidade chamada Cadsoft. Esta comunidade tem como ideologia participar do aprimoramento educacional visando o progresso humano. Isso, por si só, já é o suficiente para nos motivar, nos fazer acordar e trabalhar com prazer, pois sabemos exatamente que pegadas queremos deixar. Porém, uma visão sem um negócio é apenas um sonho. E para transformar o nosso sonho em realidade, definimos o nosso negócio, que batizamos GAM – Gestão Acadêmica Moderna. Com uma ideologia sonhada e um negócio claramente definido temos os principais elementos para deixar as nossas pegadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma semana atrás participei de uma dinâmica que foi chamada de “O teste das cartas”, muito bem conduzida pelo Samuel da 5Clicks. Esta dinâmica tinha como objetivo estimular a criatividade dos participantes e buscar o consenso na definição do conteúdo do novo portal da nossa empresa, discutindo também os possíveis nomes dos temas que foram criados. Nesta rodada, participaram junto comigo o Rodrigo Silva e o Rodrigo Cabral, duas pessoas extremamente inteligentes e que respeito muito, tanto pelo conhecimento como pela experiência de cada um. Juntos tínhamos que chegar nas definições acima. Ao final do processo, quando faltava apenas colocar o nome dos temas caímos  numa discussão filosófica muito interessante: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Qual a nossa contribuição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De um lado, a nossa contribuição estava sendo colocada como o nosso negócio, já que entregamos Gestão Acadêmica Moderna para nossos clientes e com isso contribuímos na melhora da gestão da instituição e consequentemente no reflexo da qualidade do ensino para os alunos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De outro lado, a nossa contribuição era colocada como sendo nossa ideologia, ou seja, aquilo que queremos deixar como pegadas e que o nosso negócio era a forma com que entregávamos nossa ideologia, sendo que, num futuro, poderíamos ter outros diversos negócios convergindo para a mesma ideologia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No final das contas, e pela pressão do tempo pré-determinado que “O teste das cartas” possuía, abandonamos a discussão e decidimos não utilizar a palavra contribuição até que tivéssemos um consenso sobre qual era, afinal, a nossa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em minha opinião, nossa contribuição é a nossa ideologia. Contribuiremos para o aprimoramento educacional visando o progresso humano entregando GAM, ou qualquer outro negócio que venhamos a definir no futuro, e estas serão as pegadas que deixaremos e seremos lembrados. Através desta ideologia contributiva que teremos perenizado nossa comunidade, seja qual for o nosso negócio daqui 50 ou 100 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, deixando o espaço para reflexão, retorno a pergunta:&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Qual a nossa contribuição?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aquilo que fazemos hoje, no nosso dia a dia? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou, parafraseando Maximus Decimus Meridius, “Aquilo que ecoa pela eternidade”?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3638744450592143443?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3638744450592143443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3638744450592143443&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3638744450592143443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3638744450592143443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/10/qual-nossa-contribuio_17.html' title='Qual a nossa contribuição?'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-6648860111313887744</id><published>2008-10-06T21:40:00.013-03:00</published><updated>2009-01-31T15:33:38.314-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Hipocrisia - A pretensão à Virtuosidade</title><content type='html'>Entre os dias 01/10 e 03/10, eu e o Cabral (um grande amigo, parceiro de trabalho e de artigos científicos) estivemos no Enangrad -  Encontro Nacional do Angrad (www.enangrad.org.br). O Angrad é uma associação que tem como objetivo a troca de experiências entre cursos de graduação e anualmente, em seu encontro, acontecem apresentações de artigos científicos e palestras que sejam de interesse de estudantes e profissionais da área de administração.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este ano, um dos palestrantes foi o Prof. Carbonari, que fundou uma faculdade em LEME, em 1994 e foi o primeiro empresário brasileiro a fazer o IPO (venda de ações em bolsa) na área de educação. Hoje ele é presidente da Anhanguera Educacional. A palestra foi muito rica, desmistificando várias "verdades absolutas" sobre abertura de capital de uma instituição de ensino e quebrando alguns paradigmas das alas mais conservadoras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porém, o que me levou a escrever sobre a palestra dele foi principalmente o conceito que está no título deste &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;. Por diversas vezes o Prof. Carbonari utilizou a palavra hipocrisia para classificar algumas atitudes e pensamentos de pessoas ligadas a área de educação e, principalmente, aos críticos do seu modelo de gestão. Em certo momento da palestra, ele enfatizou a palavra e fez questão de defini-la sob sua ótica, e disse claramente: Hipocrisia é a nossa pretensão à virtuosidade. E isso ficou martelando na minha cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pesquisando mais sobre a palavra hipocrisia, descobri que  é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui (wikipedia), ou a manifestação de virtudes ou sentimentos que realmente não se tem (priberam).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fazendo um link destas duas definições com a definição do Prof. Carbonari, conclui que a hipocrisia é uma espécie de desalinhamento. É quando falamos e pensamos de uma forma, mas agimos de outra. Ou quando pensamos de uma forma e na verdade falamos ou agimos de outra. É quando estamos desalinhados entre o que realmente sentimos, na camada mais profunda do nosso consciente, mas mostramos outra coisa para o mundo, para transparecer algo diferente do que realmente somos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais pra frente vou falar um pouco mais de desalinhamento, porém no conceito do autor e educador Roberto Tranjan, que tem explorado muito este tema, principalmente em seu último livro, Rico de Verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-6648860111313887744?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/6648860111313887744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=6648860111313887744&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6648860111313887744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/6648860111313887744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/10/hipocrisia-pretenso-virtuosidade.html' title='Hipocrisia - A pretensão à Virtuosidade'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-2131841024817899652</id><published>2008-09-29T22:55:00.007-03:00</published><updated>2009-01-31T15:33:23.395-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>CLT X PJ - Bolha Flex</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa semana recebi uma notícia da ComputerWorld que tinha como titulo &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;“Sindpd denuncia contratação irregular em TI” &lt;/b&gt;(&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/governo/2008/09/25/sindpd-denuncia-contratacao-irregular-em-ti/"&gt;http://computerworld.uol.com.br/governo/2008/09/25/sindpd-denuncia-contratacao-irregular-em-ti/&lt;/a&gt;). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Resumidamente, o conteúdo da noticia se concentrava na velha disputa na forma de contratação no mercado de TI brasileiro (CLT , PJ ou até o que nós brasileiros, muito criativos, chamamos de CLT Flex &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;- quando uma parte dos rendimentos é paga pela CLT e a outra parte é paga através da emissão de uma NF de uma empresa). O que tinha de novidade na notícia era o fato do sindicado dos trabalhadores em processamento de dados de São Paulo tornar pública a iniciativa de denunciar empresas que contratam trabalhadores como pessoa jurídica. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Em outra notícia (&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/governo/2008/09/26/para-advogado-sindpd-quer-reprimir-empreendedores/"&gt;http://computerworld.uol.com.br/governo/2008/09/26/para-advogado-sindpd-quer-reprimir-empreendedores/&lt;/a&gt;), no dia seguinte à anterior, um advogado classificou a iniciativa do sindicato como desatualizada e com restrição a criação de novos “empreendedores” no país. Alega que a constituição brasileira &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;assegura a todos o livre comércio de qualquer atividade econômica independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei&lt;/i&gt;. Ele finaliza sua reflexão dizendo: “Caso isso aconteça, o contratante terá que arcar com custos mais elevados”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É sem dúvida uma discussão ideológica, onde um lado defende a geração de empregos formais, com o conseqüente pagamento de impostos trabalhistas ao governo e o outro lado defende a livre iniciativa na abertura de empresas (de uma só pessoa, em sua maioria) com conseqüente aumento de empreendedores no país, se pautando na nossa constituição.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Independente de quem tenha razão (não estou aqui para discutir isso), a forma de contratação PJ ou CLT Flex permite uma redução significativa na carga tributária da empresa contratante. Com uma carga tributária menor a contratante pode oferecer um valor maior para o empreendedor que vai emitir a NF no final do mês. Isso tem criado uma espécie de &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;bolha&lt;/b&gt; no mercado de TI brasileiro, que eu apelidei de &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Bolha Flex&lt;/b&gt;. O dinheiro que não é repassado ao governo é dividido (não sei em que proporções) entre a empresa contratante e a empresa contratada. Logo, se o empreendedor contratado recebe mais, acredita que seu trabalho valha mais. Em contrapartida, as contratantes que acreditam que o correto seja contratar através da CLT, ou perdem seus profissionais para empresas que praticam modalidade PJ/Flex ou tem que aumentar o valor do salário para manter seus colaboradores longe da cobiça do mercado. No final das contas, todos (CLT e PJ), têm a impressão que seu trabalho vale mais do que realmente deveria valer e isso forma a &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Bolha Flex&lt;/b&gt; que citei.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As conseqüências podem ser um tanto perigosas para o mercado de TI. Se o governo, junto com os sindicatos regionais, decidir apertar o cerco para esta prática de contratação, as empresas que a praticam terão que se adaptar a nova realidade. Se a única saída for a contratação CLT, terão que “registrar” seus “empreendedores” (sem falar nas indenizações monstruosas &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;e multas do INSS que podem ser obrigados a pagar) aumentando a sua carga tributária. Se aumenta a carga tributária, diminui o valor do salário e com isso, a bolha estoura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-2131841024817899652?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/2131841024817899652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=2131841024817899652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2131841024817899652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/2131841024817899652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/09/clt-x-pj-bolha-salarial.html' title='CLT X PJ - Bolha Flex'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3105004969519210721</id><published>2008-09-27T11:17:00.004-03:00</published><updated>2009-01-31T15:33:04.483-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Foco e Oportunidade</title><content type='html'>Há algum tempo venho trabalhando em minha mente a unificação de dois conceitos muito interessantes: Foco e Oportunidade.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;FOCO, segundo wikipedia, é um efeito ótico que torna a imagem visualizada nítida no ponto no qual os raios de luz convergem. No conceito que venho desenvolvendo, com os aprendizados que tive nos últimos anos, posso extrapolar que a imagem é o objetivo que você deseja realmente alcançar e os raios de luz se tornam a energia que você canaliza para atingir o seu objetivo. Obviamente que, quanto maior e mais concentrada a energia canalizada em busca de um determinado objetivo, maiores as chances de alcançá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;OPORTUNIDADE, segundo o dicionário da língua portuguesa Priberam, é uma ocasião favorável, conveniente. Penso que criar uma ocasião favorável ou conveniente é uma arte, e que pessoas tem mais ou menos facilidade para desenvolvê-la, mas todos podem se aperfeiçoar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, reunindo estes dois conceitos, FOCO e OPORTUNIDADE, acredito que ao criar uma ocasião favorável, como uma grande estrada muito bem pavimentada, onde toda a energia canalizada possa transitar suavemente, criam-se as condições ideais para o alcance de um objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3105004969519210721?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3105004969519210721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3105004969519210721&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3105004969519210721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3105004969519210721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/09/foco-e-oportunidade.html' title='Foco e Oportunidade'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-3052470771679660839</id><published>2008-09-24T20:07:00.006-03:00</published><updated>2009-01-31T15:32:38.571-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Homeostase</title><content type='html'>Ha algum tempo atrás descobri o significado da palavra "homeostase". Fazendo uma adaptação livre do meu entendimento, concluí que significa a busca constante do equilíbrio dentro de um sistema, seja ele técnico ou humano. Mas porque busca &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;constante&lt;/span&gt; do equilíbrio? Não podemos apenas encontrar o equilíbrio uma única vez e assim, viver dele? Acontece que uma vida totalmente equilibrada, além de ser utopia, não tem graça. Que graça teria nossa vida se, ao acordar todos os dias, os problemas ja estivessem resolvidos, nossos amigos nos chamassem para compartilhar a mesma história, nossos cônjuges nunca tivessem dificuldades para discutir e por fim, nossos clientes nunca precisassem de novas soluções para novos desafios. Então, neste contexto, a homeostase se torna um desafio diário de buscar o equilibrio, mesmo sabendo que o desequilibrio é inevitável e é exatamente atingindo esta consciência que a vida se torna mais gostosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-3052470771679660839?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/3052470771679660839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=3052470771679660839&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3052470771679660839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/3052470771679660839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/09/homeostase.html' title='Homeostase'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3346163647555620816.post-5553427158786209159</id><published>2008-09-20T09:35:00.002-03:00</published><updated>2008-09-20T09:45:04.828-03:00</updated><title type='text'>Inicio</title><content type='html'>Outro dia estava em Belo Horizonte e fui jantar com um grande amigo, Alexandre. Estavamos conversando sobre varias coisas e de repente ele me disse: Porque você não escreve um blog? Eu fiquei olhando pra ele, com aquela cara de "pegadinha". Perguntei porque? Ele falou: Sei la, acho que deve ser legal você compartilhar seus pensamentos. Aquilo ficou na minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na outra semana, um outro grande amigo, Glauson, me falou que estava criando um Blog para nossa empresa, como parte da estratégia de comunicação. Pensei novamente: é, deve ser um bom caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, criei. Vamos ver como será a adaptação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3346163647555620816-5553427158786209159?l=dfantonucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dfantonucci.blogspot.com/feeds/5553427158786209159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3346163647555620816&amp;postID=5553427158786209159&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5553427158786209159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3346163647555620816/posts/default/5553427158786209159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dfantonucci.blogspot.com/2008/09/inicio.html' title='Inicio'/><author><name>Daniel Antonucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16133672794261987125</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_io8I78c9_XI/Sr4U61ljZ0I/AAAAAAAAADU/bj4P2qBLpKQ/S220/daniel2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
