Tenho muito orgulho de, há 09 anos, participar de uma comunidade chamada Cadsoft. Esta comunidade tem como ideologia participar do aprimoramento educacional visando o progresso humano. Isso, por si só, já é o suficiente para nos motivar, nos fazer acordar e trabalhar com prazer, pois sabemos exatamente que pegadas queremos deixar. Porém, uma visão sem um negócio é apenas um sonho. E para transformar o nosso sonho em realidade, definimos o nosso negócio, que batizamos GAM – Gestão Acadêmica Moderna. Com uma ideologia sonhada e um negócio claramente definido temos os principais elementos para deixar as nossas pegadas.
Uma semana atrás participei de uma dinâmica que foi chamada de “O teste das cartas”, muito bem conduzida pelo Samuel da 5Clicks. Esta dinâmica tinha como objetivo estimular a criatividade dos participantes e buscar o consenso na definição do conteúdo do novo portal da nossa empresa, discutindo também os possíveis nomes dos temas que foram criados. Nesta rodada, participaram junto comigo o Rodrigo Silva e o Rodrigo Cabral, duas pessoas extremamente inteligentes e que respeito muito, tanto pelo conhecimento como pela experiência de cada um. Juntos tínhamos que chegar nas definições acima. Ao final do processo, quando faltava apenas colocar o nome dos temas caímos numa discussão filosófica muito interessante: Qual a nossa contribuição?
De um lado, a nossa contribuição estava sendo colocada como o nosso negócio, já que entregamos Gestão Acadêmica Moderna para nossos clientes e com isso contribuímos na melhora da gestão da instituição e consequentemente no reflexo da qualidade do ensino para os alunos.
De outro lado, a nossa contribuição era colocada como sendo nossa ideologia, ou seja, aquilo que queremos deixar como pegadas e que o nosso negócio era a forma com que entregávamos nossa ideologia, sendo que, num futuro, poderíamos ter outros diversos negócios convergindo para a mesma ideologia.
No final das contas, e pela pressão do tempo pré-determinado que “O teste das cartas” possuía, abandonamos a discussão e decidimos não utilizar a palavra contribuição até que tivéssemos um consenso sobre qual era, afinal, a nossa.
Em minha opinião, nossa contribuição é a nossa ideologia. Contribuiremos para o aprimoramento educacional visando o progresso humano entregando GAM, ou qualquer outro negócio que venhamos a definir no futuro, e estas serão as pegadas que deixaremos e seremos lembrados. Através desta ideologia contributiva que teremos perenizado nossa comunidade, seja qual for o nosso negócio daqui 50 ou 100 anos.
Mas, deixando o espaço para reflexão, retorno a pergunta: Qual a nossa contribuição?
Aquilo que fazemos hoje, no nosso dia a dia?
Ou, parafraseando Maximus Decimus Meridius, “Aquilo que ecoa pela eternidade”?
